Nem me vou preocupar a comentar este vídeo.
Vou apenas o deixar aqui, para o debate. O que acham?
http://www.youtube.com/watch?v=Kur36SWZhsA&feature=related
O que é a realidade? O que é real e o que é mentira? De onde viemos? O que somos? Para onde vamos? Fenómenos paranormais, Exoterismo,Teorias da Conspiração, Religião Neste blog eu vou explorar estes temas, não quero convencer ninguém do que acredito. Mas gostava de vos convencer a serem mais tolerantes, que tenham as vossas próprias ideias e crenças mas depois de analisarem todos os lados da questão, para que não sejam ovelhas de nenhum dos lados.
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Sem Palavras.
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sexta-feira, 2 de julho de 2010
Tolerância
Olá a todos Bem Vindos ao meu blog.
Antes de começar a falar de teorias de conspiração, exoterismo, fenómenos paranormais, religião, gostaria de falar sobre tolerância.
Vivemos num mundo de intolerância. Apesar de termos um véu de tolerância, e ser politicamente correcto dizermos que somos tolerantes, não o somos. Estamos agarrados, ás nossas crenças, aos nossos valores morais, e queremos à força impingi-los a toda a gente.
Os maiores exemplos flagrantes de intolerância são nos dados pela religião. Durante séculos fomos obrigados no mundo ocidental, a uma religião que estava ligada ao poder. Esta servia-se do poder e o poder se servia desta para o controlo das populações, fazendo que os seus dogmas e suas crenças fossem obrigatórias em todo os países por ela controlados. Mais nenhuma religião poderia existir a não ser ela. Felizmente, hoje o poder civil e o religioso estão separados, mas devido ao seu poder, a religião ainda move as suas influências e tenta que as seus dogmas e crenças sejam manifestados nas leis do país. É com alguma preocupação que oiço algumas vozes que se levantam no mundo ocidental dizendo que não podemos virar as costas á sua base cristã e querem incluir referências a esta base na própria constituição do país. Que querem fazer a seguir? Obrigar todos a seguir o cristianismo? Expulsar os que não querem? Para onde vou ter que emigrar nessa altura? Eu sou português e todos os meus ascendentes pelo menos até à quarta geração eram portugueses, para onde iria eu? Felizmente este cenário, não se coloca, pelo menos nos tempos imediatos.
Ainda á pouco tempo no nosso pais, tivemos a discussão sobre o casamento de pessoas do mesmo género, e vimos a intolerância mascarada onde vivemos. A maioria da população dizia que não tinha nada contra os gays, que eles se podiam juntar e até inventar uma palavra para um contrato civil de união entre pessoas do mesmo sexo, mas não se devia chamar casamento.Diziam eles que era para a protecção da família e da procriação da espécie humana. Este é um pensamento perigoso, porque com a mesma lógica podemos estar amanhã a defender a proibição dos divórcios ou a proibição das uniões de facto, ou a obrigar duas pessoas que tiveram filhos a casarem-se. A posição das pessoas heterosexuais devia ser aquela que eu tive. Eu como heterosexual não tenho que me pronunciar sobre uma lei que não me afecta. Eu não sou perdido nem achado nesta discussão, se os gays se querem casar que se casem.
Não fui buscar este exemplo para debater o casamento gay, apenas o fui buscar como exemplo de como é o mundo. Apesar de uma cortina de tolerância, vivemos num mundo de intolerantes.
Todos querem impor as suas crenças e os seus valores morais como norma na sociedade e isto pode ser visto no nosso dia a dia. Quantas vezes já ouvimos comentários negativos do género: “aquela rapariga é uma pu.. , dorme com este e com aquele”, e por ela fazer isto já estamos a dizer que ela é uma má pessoa e já estamos a caracterizar todo um ser humano por uma característica que não concordamos. Uma pessoa que tenha um comportamento sexual dito não normal, está logo a ser conotado como um depravado, alguém que não presta e essa pessoa até pode ser uma excelente pessoa, mas tomamos a parte pelo todo.
Passa-se o mesmo com pessoas que se vestem de forma mais provocante como uma míni-saia ou um grande decote, automaticamente as pessoas rotulam a pessoa da mesma forma. A minha pergunta é a seguinte: O que é que isso afecta nas vossas vidas? Que é que vos afecta se a vossa vizinha anda vestida de forma provocante? O que é que afecta as vossas vidas se o vosso amigo é bissexual? Que afecta as vossas vidas se o casal que vive no fundo da rua gosta de swing? A resposta é nada. Devemos-nos respeitar uns aos outros. Eu por exemplo não gosto de sado-masoquismo, se alguém gosta é com ele, não tenho nada haver com isso. E se for meu amigo não é por isso que vai deixar de o ser. Não temos o direito de impingir os nossos gostos, valores morais e crenças á força a outras pessoas.
Se acha que as pessoas que fazem este tipo de coisas vão parar ao inferno, não se preocupe, preocupe-se em se salvar-se a si.
Eu respeito quem é católico ferrenho e acha que por eu não acreditar na Bíblia vou arder no inferno, se é o que acredita eu respeito, mas peço para ser respeitado.
Fui buscar este exemplo das diferenças sexuais, porque é mais fácil para me fazer compreender, é onde a intolerância é mais visível, é das primeiras coisas que nos lembramos quando falamos de valores morais. Mas isto também é visível em coisas mais pequenas, alguém que seja mais excêntrico e se comporte ou vista de forma diferente das restantes pessoas é igualmente olhado de lado.
Muitas pessoas defendem-se dizendo: mas a Bíblia diz isto ou aquilo, as pessoas agarram-se à Bíblia de uma forma que nem tenho palavras para descrever. Para essas pessoas a Bíblia é mais que lei. Eu respeito quem acredita na Bíblia e quem faz da Bíblia a sua lei, mas eu não acredito na bíblia e não posso ser obrigado a fazer dela a minha lei, e quero ser respeitado por isso. Atenção não estou a defender que não devemos tentar mostrar que estamos certos. Se acreditamos em algo não sou contra quem tenta converter alguém . Eu próprio vou mostrar os meus pontos de vista, vou dizer acho que isto é o certo e isto é o errado, mas não vou impingir as minhas ideias. Quem me conhece sabe que eu falo destes assuntos com paixão. Por vezes exalto-me, por vezes parece que eu estou a discutir ferozmente, mas não significa que depois não vá beber um copo com essa pessoa e até acha-la uma pessoa espetacular, apesar de acreditar em algo que eu não acredito e até contesto. As nossas crenças e quem nós somos, são coisas distintas.
Outro aspecto da intolerância é achar crenças ridículas. Há quem acredite, que fomos criados por extra-terrestres, acredito que muitos a ler estas palavras já se estão a rir. Aqui também peço tolerância, é tão ridículo acreditar que viemos de extra-terrestres, como acreditar num Deus que nos criou em em sete dias, que abriu o mar vermelho, que enviou o seu filho à terra para morrer e este enquanto aqui andou, caminhou sobre as águas e ressuscitou mortos. Assim como os cristãos têm a bíblia, quem acredita que viemos de extra-terrestres também tem um livro e algumas provas difíceis de explicar.
Esta sociedade é óptima para quem controla este mundo e nos quer como um rebanho fácil de controlar, onde o próprio rebanho controla o rebanho, onde nos controlamos uns aos outros, para nos tornarmos todos iguais.
Atenção, existem culturas mais under-ground, como góticos, a cultura da street e muitas muitas mais, que se vêem como alternativos e que até agora devem estar a adorar o que eu escrevo; Atenção, aqui também existem rebanhos. Continuam a ser pessoas que se vestem da mesma forma, que partilham os mesmos ideais e que não admitem diferenças. Aqui a intolerância ainda é mais grave, pois a intolerância vira ódio, principalmente sobre as pessoas ditas normais. Devemos aceitar todos como são, assim como pedem para serem reconhecidos como pessoas e indivíduos. Devem dar a tolerância a quem quer ser dito “normal”. Se não gostam que as pessoas vos olhem de lado por serem diferentes também não devem olhar de lado para as restantes pessoas.
Temos que nos respeitar e ser tolerantes e acima de tudo temos que ser livres. Sim, somos livres, não somos obrigados a seguir ninguém, temos que ser quem nós somos. Milhões de pessoas no mundo não são livres, e não é por estarem numa prisão, nem por lhes terem encostado uma arma à cabeça. Não são livres porque têm medo de ser diferentes, ou porque lhes disseram o que era verdade e que esta não era para ser questionada. Libertem-se e respeitem quem é diferente. Para sermos livres na minha humilde opinião devemos: Primeiro por tudo em causa; segundo conhecermos-nos a nós próprios. Porque milhões de pessoas ao redor do mundo não se conhecem a elas próprias, fabricaram a sua personalidade e vivem segundo esta. Existe cada vez mais depressões no mundo, pois as pessoas não são elas próprias mas quem elas acham que são. Muitas das depressões vêm dos conflitos internos entre nós próprios e aquela pessoa que nós criamos e com quem nos identificamos, mas que não somos nós.
Apesar desta mensagem de liberdade não sou um anarquista. Vivemos em sociedade, e a minha liberdade começa onde a liberdade do outro acaba e vice versa. Por isso não sou tolerante com quem prejudica deliberadamente alguém, não sou tolerante com quem mata, com quem rouba, quem viola, ou um pedófilo que se aproveita de uma criança. Atenção, tu podes ter a liberdade para grafitares um tag, mas eu também tenho a liberdade de ter a minha casa pintada da forma que eu quero. Eu tenho a liberdade de fazer uma festa e fazer o barulho que eu quero, mas o meu vizinho tem a liberdade para descansar.
Mas em relação a tudo o resto que não afecte a minha liberdade ou a tua liberdade temos que ser tolerantes.
Antes de começar a falar de teorias de conspiração, exoterismo, fenómenos paranormais, religião, gostaria de falar sobre tolerância.
Vivemos num mundo de intolerância. Apesar de termos um véu de tolerância, e ser politicamente correcto dizermos que somos tolerantes, não o somos. Estamos agarrados, ás nossas crenças, aos nossos valores morais, e queremos à força impingi-los a toda a gente.
Os maiores exemplos flagrantes de intolerância são nos dados pela religião. Durante séculos fomos obrigados no mundo ocidental, a uma religião que estava ligada ao poder. Esta servia-se do poder e o poder se servia desta para o controlo das populações, fazendo que os seus dogmas e suas crenças fossem obrigatórias em todo os países por ela controlados. Mais nenhuma religião poderia existir a não ser ela. Felizmente, hoje o poder civil e o religioso estão separados, mas devido ao seu poder, a religião ainda move as suas influências e tenta que as seus dogmas e crenças sejam manifestados nas leis do país. É com alguma preocupação que oiço algumas vozes que se levantam no mundo ocidental dizendo que não podemos virar as costas á sua base cristã e querem incluir referências a esta base na própria constituição do país. Que querem fazer a seguir? Obrigar todos a seguir o cristianismo? Expulsar os que não querem? Para onde vou ter que emigrar nessa altura? Eu sou português e todos os meus ascendentes pelo menos até à quarta geração eram portugueses, para onde iria eu? Felizmente este cenário, não se coloca, pelo menos nos tempos imediatos.
Ainda á pouco tempo no nosso pais, tivemos a discussão sobre o casamento de pessoas do mesmo género, e vimos a intolerância mascarada onde vivemos. A maioria da população dizia que não tinha nada contra os gays, que eles se podiam juntar e até inventar uma palavra para um contrato civil de união entre pessoas do mesmo sexo, mas não se devia chamar casamento.Diziam eles que era para a protecção da família e da procriação da espécie humana. Este é um pensamento perigoso, porque com a mesma lógica podemos estar amanhã a defender a proibição dos divórcios ou a proibição das uniões de facto, ou a obrigar duas pessoas que tiveram filhos a casarem-se. A posição das pessoas heterosexuais devia ser aquela que eu tive. Eu como heterosexual não tenho que me pronunciar sobre uma lei que não me afecta. Eu não sou perdido nem achado nesta discussão, se os gays se querem casar que se casem.
Não fui buscar este exemplo para debater o casamento gay, apenas o fui buscar como exemplo de como é o mundo. Apesar de uma cortina de tolerância, vivemos num mundo de intolerantes.
Todos querem impor as suas crenças e os seus valores morais como norma na sociedade e isto pode ser visto no nosso dia a dia. Quantas vezes já ouvimos comentários negativos do género: “aquela rapariga é uma pu.. , dorme com este e com aquele”, e por ela fazer isto já estamos a dizer que ela é uma má pessoa e já estamos a caracterizar todo um ser humano por uma característica que não concordamos. Uma pessoa que tenha um comportamento sexual dito não normal, está logo a ser conotado como um depravado, alguém que não presta e essa pessoa até pode ser uma excelente pessoa, mas tomamos a parte pelo todo.
Passa-se o mesmo com pessoas que se vestem de forma mais provocante como uma míni-saia ou um grande decote, automaticamente as pessoas rotulam a pessoa da mesma forma. A minha pergunta é a seguinte: O que é que isso afecta nas vossas vidas? Que é que vos afecta se a vossa vizinha anda vestida de forma provocante? O que é que afecta as vossas vidas se o vosso amigo é bissexual? Que afecta as vossas vidas se o casal que vive no fundo da rua gosta de swing? A resposta é nada. Devemos-nos respeitar uns aos outros. Eu por exemplo não gosto de sado-masoquismo, se alguém gosta é com ele, não tenho nada haver com isso. E se for meu amigo não é por isso que vai deixar de o ser. Não temos o direito de impingir os nossos gostos, valores morais e crenças á força a outras pessoas.
Se acha que as pessoas que fazem este tipo de coisas vão parar ao inferno, não se preocupe, preocupe-se em se salvar-se a si.
Eu respeito quem é católico ferrenho e acha que por eu não acreditar na Bíblia vou arder no inferno, se é o que acredita eu respeito, mas peço para ser respeitado.
Fui buscar este exemplo das diferenças sexuais, porque é mais fácil para me fazer compreender, é onde a intolerância é mais visível, é das primeiras coisas que nos lembramos quando falamos de valores morais. Mas isto também é visível em coisas mais pequenas, alguém que seja mais excêntrico e se comporte ou vista de forma diferente das restantes pessoas é igualmente olhado de lado.
Muitas pessoas defendem-se dizendo: mas a Bíblia diz isto ou aquilo, as pessoas agarram-se à Bíblia de uma forma que nem tenho palavras para descrever. Para essas pessoas a Bíblia é mais que lei. Eu respeito quem acredita na Bíblia e quem faz da Bíblia a sua lei, mas eu não acredito na bíblia e não posso ser obrigado a fazer dela a minha lei, e quero ser respeitado por isso. Atenção não estou a defender que não devemos tentar mostrar que estamos certos. Se acreditamos em algo não sou contra quem tenta converter alguém . Eu próprio vou mostrar os meus pontos de vista, vou dizer acho que isto é o certo e isto é o errado, mas não vou impingir as minhas ideias. Quem me conhece sabe que eu falo destes assuntos com paixão. Por vezes exalto-me, por vezes parece que eu estou a discutir ferozmente, mas não significa que depois não vá beber um copo com essa pessoa e até acha-la uma pessoa espetacular, apesar de acreditar em algo que eu não acredito e até contesto. As nossas crenças e quem nós somos, são coisas distintas.
Outro aspecto da intolerância é achar crenças ridículas. Há quem acredite, que fomos criados por extra-terrestres, acredito que muitos a ler estas palavras já se estão a rir. Aqui também peço tolerância, é tão ridículo acreditar que viemos de extra-terrestres, como acreditar num Deus que nos criou em em sete dias, que abriu o mar vermelho, que enviou o seu filho à terra para morrer e este enquanto aqui andou, caminhou sobre as águas e ressuscitou mortos. Assim como os cristãos têm a bíblia, quem acredita que viemos de extra-terrestres também tem um livro e algumas provas difíceis de explicar.
Esta sociedade é óptima para quem controla este mundo e nos quer como um rebanho fácil de controlar, onde o próprio rebanho controla o rebanho, onde nos controlamos uns aos outros, para nos tornarmos todos iguais.
Atenção, existem culturas mais under-ground, como góticos, a cultura da street e muitas muitas mais, que se vêem como alternativos e que até agora devem estar a adorar o que eu escrevo; Atenção, aqui também existem rebanhos. Continuam a ser pessoas que se vestem da mesma forma, que partilham os mesmos ideais e que não admitem diferenças. Aqui a intolerância ainda é mais grave, pois a intolerância vira ódio, principalmente sobre as pessoas ditas normais. Devemos aceitar todos como são, assim como pedem para serem reconhecidos como pessoas e indivíduos. Devem dar a tolerância a quem quer ser dito “normal”. Se não gostam que as pessoas vos olhem de lado por serem diferentes também não devem olhar de lado para as restantes pessoas.
Temos que nos respeitar e ser tolerantes e acima de tudo temos que ser livres. Sim, somos livres, não somos obrigados a seguir ninguém, temos que ser quem nós somos. Milhões de pessoas no mundo não são livres, e não é por estarem numa prisão, nem por lhes terem encostado uma arma à cabeça. Não são livres porque têm medo de ser diferentes, ou porque lhes disseram o que era verdade e que esta não era para ser questionada. Libertem-se e respeitem quem é diferente. Para sermos livres na minha humilde opinião devemos: Primeiro por tudo em causa; segundo conhecermos-nos a nós próprios. Porque milhões de pessoas ao redor do mundo não se conhecem a elas próprias, fabricaram a sua personalidade e vivem segundo esta. Existe cada vez mais depressões no mundo, pois as pessoas não são elas próprias mas quem elas acham que são. Muitas das depressões vêm dos conflitos internos entre nós próprios e aquela pessoa que nós criamos e com quem nos identificamos, mas que não somos nós.
Apesar desta mensagem de liberdade não sou um anarquista. Vivemos em sociedade, e a minha liberdade começa onde a liberdade do outro acaba e vice versa. Por isso não sou tolerante com quem prejudica deliberadamente alguém, não sou tolerante com quem mata, com quem rouba, quem viola, ou um pedófilo que se aproveita de uma criança. Atenção, tu podes ter a liberdade para grafitares um tag, mas eu também tenho a liberdade de ter a minha casa pintada da forma que eu quero. Eu tenho a liberdade de fazer uma festa e fazer o barulho que eu quero, mas o meu vizinho tem a liberdade para descansar.
Mas em relação a tudo o resto que não afecte a minha liberdade ou a tua liberdade temos que ser tolerantes.
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