Durante o dia não se falou noutra coisa. A crise politica, o PEC e a demissão do primeiro ministro.
Nas televisões comentadores desfilam, com os seus comentários à situação politica mas não ouço ninguém a cometar o ridículo que isto é. Todos nós já sabíamos que o PEC4 ia ser chumbado, toda a gente já sabia que a seguir o Primeiro Ministro se ia demitir, num filme pré-escrito sem novidades. Então o que estiveram aqueles senhores que nós elegemos para nos governar a fazer cinco horas no parlamento a fazer? O que eles tinham a debater? Foi uma feira de vaidades e de discursos vãos, para entreter o Povo. O mesmo se passou à pouco tempo com a moção de censura do Bloco de Esquerda.
Estamos cansados desta forma de fazer politica, de fazer politica com o objectivo de chegar ao ao Poder.
Queremos que se debate as soluções estamos fartos de discursos do falar mal e do atirar as culpas uns para os outros.
Mudança é preciso.
O Real Mundo
O que é a realidade? O que é real e o que é mentira? De onde viemos? O que somos? Para onde vamos? Fenómenos paranormais, Exoterismo,Teorias da Conspiração, Religião Neste blog eu vou explorar estes temas, não quero convencer ninguém do que acredito. Mas gostava de vos convencer a serem mais tolerantes, que tenham as vossas próprias ideias e crenças mas depois de analisarem todos os lados da questão, para que não sejam ovelhas de nenhum dos lados.
quinta-feira, 24 de março de 2011
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
O Medo da Crise
O mundo está em crise, basta ligar a televisão ou ver os jornais e somos bombardeados com as notícias, debates e programas sobre a crise.
Os Políticos e a banca dizem-nos que temos de apertar o cinto, que temos de tomar medidas de austeridade. Os impostos sobem, os aumentos são congelados, os salários para novos contratados descem, isto tudo em nome da crise. Dizem que somos responsáveis por ela porque gastámos mais do que tínhamos. Será que é assim?
Uma das coisas que nós devíamos exigir era que nos explicassem como chegámos a este ponto. Já que nos exigem que paguemos a crise, devemos ser esclarecidos do porquê de estarmos nela. E com isto podemos protestar com consistência, fora disso é uma conversa surda de palpites para o ar em que uns falam de alhos e outros de bugalhos. Nos meios de comunicação fala-se vagamente no “subprime” e no défice, mas não nos explicam realmente o porquê, o que merecemos pois somos pessoas e não computadores que aceitam comandos sem os questionarem.
Por isso vamos começar por falar no que causou a crise. Nos anos 90 e no princípio deste século vivemos num mundo de prosperidade, de desenvolvimento tecnológico, vendia-se muito, comprava-se muito, investia-se muito. Ouve uma subida média dos ordenados o que levou a um aumento do consumo privado, as acções subiam e pareciam que nunca iam descer, o que levava os investidores a investirem o seu dinheiro sem se preocuparem com o retorno pois este era um dado praticamente certo o que leva as empresas a terem mais dinheiro para investir e pagar melhores ordenados. Era um ciclo vicioso que levou os investidores a arriscarem mais nos seus investimentos sem se preocuparem muito se a quem eles emprestavam o seu dinheiro tinham condições para pagar e adquiriam empresas ou parte delas através de acções a preços inflacionados partindo da fé cega que estas iriam sempre subir.
O mesmo se passava com o mercado imobiliário, os bancos emprestavam dinheiro sem se preocuparem se as pessoas tinham ou não condições de pagar. Como eles emprestavam a toda a gente a procura de casas aumentou e o preço destas disparou. Às pessoas que não conseguissem pagar eles ficavam com as casas, que valiam muito mais do que quando os empréstimos haviam sido concedidos e ficariam sempre a ganhar. Ao mesmo tempo pegavam nestes empréstimos, juntavam-nos num pacote e vendiam-nos aos investidores. Com o dinheiro recebido emprestavam mais dinheiro criando um ciclo vicioso. O que era importante era emprestar, pois quanto mais empréstimos tivessem mais pacotes de investimento podiam criar e para continuarem a expandir o seu negócio foram cada vez mais se despreocupando se a quem emprestavam o dinheiro tinham condições para pagar ou não.
Tudo ia bem até que se deu a crise do subprime, nos Estados Unidos da América, causada porque muita gente deixou de conseguir pagar as suas casas, como consequência os bancos ficaram com elas. Mas devido ao elevado número de casas deixadas vagas o valor destas baixou. Os investidores que tinham comprado esses pacotes que tinham um valor x que era o valor das casas, valia agora muito menos. Os investidores alarmados, deixam de investir e retiram o dinheiro do mercado.
E aqui é que estoura a crise, porque os investidores tentam vender os activos (neste caso casas) que têm a preços mais baixos, então as bolsas caem e gera-se o pânico. Os investidores ao retirarem o seu dinheiro do mercado levam à falta de liquidez por parte dos bancos. Infelizmente este mundo gira na base da dívida e dos empréstimos. As empresas quando fazem investimentos não usam capitais próprios vão á banca, muitas fazem empréstimos para pagar empréstimos num ciclo vicioso. O problema é que não há dinheiro, o que leva empresas a fechar e outras a deixar de investir, que leva ao aumento do desemprego e por sua vez os desempregados não conseguem pagar os seus empréstimos. É a crise na sua máxima força, bancos, investidores e instituições financeiras exigem ajuda aos Estados. Perante a possibilidade de os bancos fecharem, que levaria a milhões de pessoas em todo o mundo a ficarem sem dinheiro e levar a um colapso económico mundial, os governos compraram muitos dos activos financeiros tóxicos e investiram na economia para salvar muitas empresas. Mas os estados também se movem num mundo de dívida e para salvarem a economia endividaram-se, ou seja os défices cresceram para salvar a economia. Os estados procuram financiamento com os investidores, mais uma vez estes senhores. E aqui a coisa começa a ficar estúpida, porque a banca, as instituições financeiras e os investidores, depois do ponto crítico da crise começam a olhar para a economia e ao verem os países com um défice muito elevado, ameaçam retirar os seus investimentos destes países se eles não baixarem o défice.
Ou seja, os estados endividaram-se para salvar a economia da porcaria que estes senhores fizeram e agora estes exigem medidas para pagar o défice ameaçando baixar o rating dos países no mercado internacional e com ataques especulativos. Gostaria de relembrar que o défice português antes da crise estava abaixo dos 3%.
O que é que eles exigem agora? Um défice baixo, baixar salários, liberalização da lei do trabalho, aumento de impostos e cortes nas despesas. Ou seja, que sejamos nós a pagar.
Quem são estes investidores? São pessoas com muito dinheiro, donos de empresas multinacionais, presentes nos conselhos de administração de muitas empresas.
Ou seja, eles que ganharam milhões criando e transaccionando pacotes de empréstimos tóxicos, ganharam milhões especulando o mercado, exigem ser salvos pelos governos. Com a desculpa da crise, fecham fábricas com poucos lucros, podem contratar pessoas por salários inferiores, reduzem o pessoal e reestruturam as suas empresas tornando-as mais leves e aumentando os seus lucros, tudo com a desculpa da crise. E como bónus para estes, muitas PMES que eram pequenos concorrentes e sem a mesma capacidade financeira, abriram falência.
Estes milionários são accionistas maioritários em várias empresas, que vão desde a banca, comunicação social, indústrias das mais variadas formas e que se juntam em clubes como o Clube de Bilderberg. E estes senhores que controlam as televisões, os jornais e as revistas bombardeiam-nos com um estilo de vida consumista, com campanhas de marketing agressivas: “Compre isto e aquilo”, “Se não comprar isto não será feliz”, ”O telemóvel que comprou no ano passado já não vale nada, agora tem de ter este”. Venderam-nos este estilo de vida através de filmes e novelas, eu lembro-me há muitos anos a trás, antes da crise, num telejornal ouvir uma suposta analista dizer que um endividamento era sinal de progresso, eu nunca mais me esqueci pois achei repugnante. Para nos fazerem gastar mais dinheiro e comprarmos mais dos seus produtos estes senhores nos impingiam formas de crédito em todo o lado, como comprar a 12 meses sem juro, nos bancos e nos centros comercias impingiam cartões de crédito, chegavam a ser chatos. Eram electrodomésticos, viagens, cursos, sempre com lemas tentadores como “tenha agora comece a pagar daqui a um ano”. Como se diz “O fruto proibido é o mais apetecido” e eles faziam acreditar que era possível fazendo a preocupação de pagar parecer longe e as consequências que um empréstimo acarreta, como juros e no caso de não se poder pagar, parecerem inexistentes. Como marketing, atraente e confortável ao olhar dos demais, os bancos lançaram as contas ordenados com o mote se tiver uma conta ordenado tem isenção de taxas bancárias. Mas estas trazem outras tentações e preocupações, pois dizem-nos logo que temos dois ordenados caso precisemos. Na realidade se recorrermos à conta ordenado estamos a utilizar dinheiro que é deles e não nosso e muitos vivem da conta ordenado para conseguir pagar as contas e viver durante o mês. Mas estas ajudas desaparecem num instante se não pudermos pagar, penhoram ordenados e por aí vai. A crise instaurada no nosso país também não ajuda a eliminarmos a necessidade de recorrer a essa conta ordenado, pelo contrário aumenta cada vez mais.
Estes senhores que ganharam porque comprávamos os seus bens e serviços, ganhavam com os juros dos créditos e ganharam também destruindo a nossa economia. Os únicos que não ganharam nada com isto fomos nós.
E agora quem está a ser acusado da crise? Estes senhores já disseram que a culpa é nossa, que gastámos mais do que podíamos. Sim, nós não somos inocentes, nós nos deixámos influenciar por eles e por isso temos uma cota parte de culpa. Mas os grandes culpados são eles, pois utilizam um jogo psicológico fácil e baixo. Criticam os gastos mas oferecem inúmeras maneiras fáceis, à primeira vista, de gastar para sustentarmos desejos ou sonhos que eles próprios apregoam para que os realizemos que eles ajudam. Ajudam sim a enterrarmo-nos cada vez mais.
Estes senhores impingiram-nos todo o tipo de produtos e impingiram-nos os créditos para os comprarmos e com isso ganharam milhões. E agora somos nós que temos que pagar a crise?
Agora vemos os impostos a aumentar, o desemprego a subir, os salários a descer e estes senhores que consequencias têm? Nenhuma, pelo contrário como já referi em cima ainda têm benefícios.
Meus amigos, as multinacionais apresentam lucros de milhões, os seus accionistas continuam a fazer milhões, os seus gestores a ganhar milhões em bónus. E nós que paguemos a crise.
Estes senhores exigem agora que a lei do trabalho seja liberalizada, uma das ideias vendidas é que se for mais fácil despedir mais facilmente contratam gente. Querem aumentar as horas semanais de trabalho e pagar o mínimo, querem acabar com todas as protecções que temos. Assim poderão nos explorar a torto e a direito, se não fizermos o que querem vamos para a rua. Pior, estes senhores querem acabar com o estado social em que vivemos, para se quisermos ter direito a saúde termos que comprar os seus planos de saúde, se quisermos temos ter direito a reforma temos que fazer os seus PPRS, para andarmos de carro temos que pagar as suas estradas. Basta abrirmos os olhos, já não é isto que se está a passar com as SCUTS?
Eles controlam os meios de comunicação social, que estão sempre a vender a mesma história, a crise, o desemprego, a banca rota, isto para que tenhamos medo dela, para dizermos isto está mal e temos que apertar o cinto, se não isto vai ficar pior. Com este medo damos a nossa liberdade e abrimos mão de coisas que de outra forma não daríamos. Por exemplo, com medo do desemprego permitimos alguns abusos por parte da entidade patronal que de outra forma não permitiríamos. Com medo da crise muitos de nós permitimos que os impostos subam. O que estes senhores querem é que nós tenhamos muito medo, pois quanto mais medo tivermos mais da nossa liberdade e direitos estamos dispostos a ceder. E eles fazem-nos ter medo através das notícias, que são eles que as controlam. Gostaria de informar para quem não sabe que o senhor Pinto Balsemão pertence ao Clube de Bilderberg e esse senhor é só o proprietário do maior grupo de Comunicação Social Português.
Estes senhores para além de nos meterem medo com a crise também nos distraem dos verdadeiros responsáveis da crise, apontando o dedo para os políticos, escondendo os verdadeiros culpados.
Os políticos são só meras marionetas nas mãos destes senhores. Primeiro os políticos precisam deles para pagarem as suas campanhas, precisam deles para lhes darem trabalho quando saiem da política e pior, as empresas destes senhores são responsáveis por uma elevada percentagem do nosso PIB, para além da quantidade muito grande de pessoas que estas empresas empregam. Já imaginaram se esses senhores tirassem de repente as suas empresas do nosso país? Primeiro o desemprego aumentava como nunca visto, segundo entrávamos mesmo na banca rota. Mas isto os meios de Comunicação Social não dizem. Antes apontam as baterias aos políticos. E nós como tomamos como certo tudo o que vemos na caixa mágica, quando o governo sobe os impostos apontamos baterias aos ordenados dos deputados e a todo o staf político, aos seus carros e reformas, quando não é essa a causa da crise. Atenção, não estou a dizer que sou a favor, pois sou contra o desperdício e também não digo que os políticos estão isentos de culpa. Apenas estou a dizer que não é a principal causa e também não é a única solução.
Meus amigos é tempo de abrirmos os olhos, é tempo de lutarmos, estes senhores têm um plano, têm uma agenda, que é estabelecer uma tirania global e corporativa, em que vamos ser meros servos sem direitos nem liberdade.
O dinheiro não é um produto agrícola. Vou dar o exemplo das uvas, se devido a mau tempo, em que nós não ditamos as leis, há uma má colheita, logo há menos produto e o mercado sobe o preço desta. Não conseguimos criar uvas do nada. Mas o que é o dinheiro se não uma invenção nossa que é criada do ar e gerida por leis que nós criámos. Em relação ao dinheiro somos senhores. Não somos capazes de mandar no tempo, mas mandamos nas leis do dinheiro. Se esta crise é tão má para todos ninguém se importaria se mudássemos as leis do jogo, afinal fomos nós que as criámos. Se isto não acontece é porque alguém está a beneficiar com elas. Em vez disso mantemo-nos escravos de leis que criámos, tentando resolver a crise segundo leis absolutas como a lei da gravidade. Quando se inventam aviões temos que ter em atenção as leis da gravidade, não podemos dizer: “olha com a gravidade em 9,8 o avião não voa por isso vamos a diminuir para 6,0”. Mas em relação às leis do dinheiro podemos, fomos nós que as inventámos. A não ser que alguém saia prejudicado e seja alguém poderoso, pois se fosse apenas um punhado de Zés Ninguém diríamos sempre que é para um bem maior. Mas como é um punhado de todos poderosos que se lixem biliões de pessoas ao redor do mundo.
É tempo de agir, mas agir não significa irmos para a rua fazer um golpe de estado, é preciso agir com responsabilidade, pois liberdade significa responsabilidade e sobre isto vou falar no próximo tema do meu blog.
Os Políticos e a banca dizem-nos que temos de apertar o cinto, que temos de tomar medidas de austeridade. Os impostos sobem, os aumentos são congelados, os salários para novos contratados descem, isto tudo em nome da crise. Dizem que somos responsáveis por ela porque gastámos mais do que tínhamos. Será que é assim?
Uma das coisas que nós devíamos exigir era que nos explicassem como chegámos a este ponto. Já que nos exigem que paguemos a crise, devemos ser esclarecidos do porquê de estarmos nela. E com isto podemos protestar com consistência, fora disso é uma conversa surda de palpites para o ar em que uns falam de alhos e outros de bugalhos. Nos meios de comunicação fala-se vagamente no “subprime” e no défice, mas não nos explicam realmente o porquê, o que merecemos pois somos pessoas e não computadores que aceitam comandos sem os questionarem.
Por isso vamos começar por falar no que causou a crise. Nos anos 90 e no princípio deste século vivemos num mundo de prosperidade, de desenvolvimento tecnológico, vendia-se muito, comprava-se muito, investia-se muito. Ouve uma subida média dos ordenados o que levou a um aumento do consumo privado, as acções subiam e pareciam que nunca iam descer, o que levava os investidores a investirem o seu dinheiro sem se preocuparem com o retorno pois este era um dado praticamente certo o que leva as empresas a terem mais dinheiro para investir e pagar melhores ordenados. Era um ciclo vicioso que levou os investidores a arriscarem mais nos seus investimentos sem se preocuparem muito se a quem eles emprestavam o seu dinheiro tinham condições para pagar e adquiriam empresas ou parte delas através de acções a preços inflacionados partindo da fé cega que estas iriam sempre subir.
O mesmo se passava com o mercado imobiliário, os bancos emprestavam dinheiro sem se preocuparem se as pessoas tinham ou não condições de pagar. Como eles emprestavam a toda a gente a procura de casas aumentou e o preço destas disparou. Às pessoas que não conseguissem pagar eles ficavam com as casas, que valiam muito mais do que quando os empréstimos haviam sido concedidos e ficariam sempre a ganhar. Ao mesmo tempo pegavam nestes empréstimos, juntavam-nos num pacote e vendiam-nos aos investidores. Com o dinheiro recebido emprestavam mais dinheiro criando um ciclo vicioso. O que era importante era emprestar, pois quanto mais empréstimos tivessem mais pacotes de investimento podiam criar e para continuarem a expandir o seu negócio foram cada vez mais se despreocupando se a quem emprestavam o dinheiro tinham condições para pagar ou não.
Tudo ia bem até que se deu a crise do subprime, nos Estados Unidos da América, causada porque muita gente deixou de conseguir pagar as suas casas, como consequência os bancos ficaram com elas. Mas devido ao elevado número de casas deixadas vagas o valor destas baixou. Os investidores que tinham comprado esses pacotes que tinham um valor x que era o valor das casas, valia agora muito menos. Os investidores alarmados, deixam de investir e retiram o dinheiro do mercado.
E aqui é que estoura a crise, porque os investidores tentam vender os activos (neste caso casas) que têm a preços mais baixos, então as bolsas caem e gera-se o pânico. Os investidores ao retirarem o seu dinheiro do mercado levam à falta de liquidez por parte dos bancos. Infelizmente este mundo gira na base da dívida e dos empréstimos. As empresas quando fazem investimentos não usam capitais próprios vão á banca, muitas fazem empréstimos para pagar empréstimos num ciclo vicioso. O problema é que não há dinheiro, o que leva empresas a fechar e outras a deixar de investir, que leva ao aumento do desemprego e por sua vez os desempregados não conseguem pagar os seus empréstimos. É a crise na sua máxima força, bancos, investidores e instituições financeiras exigem ajuda aos Estados. Perante a possibilidade de os bancos fecharem, que levaria a milhões de pessoas em todo o mundo a ficarem sem dinheiro e levar a um colapso económico mundial, os governos compraram muitos dos activos financeiros tóxicos e investiram na economia para salvar muitas empresas. Mas os estados também se movem num mundo de dívida e para salvarem a economia endividaram-se, ou seja os défices cresceram para salvar a economia. Os estados procuram financiamento com os investidores, mais uma vez estes senhores. E aqui a coisa começa a ficar estúpida, porque a banca, as instituições financeiras e os investidores, depois do ponto crítico da crise começam a olhar para a economia e ao verem os países com um défice muito elevado, ameaçam retirar os seus investimentos destes países se eles não baixarem o défice.
Ou seja, os estados endividaram-se para salvar a economia da porcaria que estes senhores fizeram e agora estes exigem medidas para pagar o défice ameaçando baixar o rating dos países no mercado internacional e com ataques especulativos. Gostaria de relembrar que o défice português antes da crise estava abaixo dos 3%.
O que é que eles exigem agora? Um défice baixo, baixar salários, liberalização da lei do trabalho, aumento de impostos e cortes nas despesas. Ou seja, que sejamos nós a pagar.
Quem são estes investidores? São pessoas com muito dinheiro, donos de empresas multinacionais, presentes nos conselhos de administração de muitas empresas.
Ou seja, eles que ganharam milhões criando e transaccionando pacotes de empréstimos tóxicos, ganharam milhões especulando o mercado, exigem ser salvos pelos governos. Com a desculpa da crise, fecham fábricas com poucos lucros, podem contratar pessoas por salários inferiores, reduzem o pessoal e reestruturam as suas empresas tornando-as mais leves e aumentando os seus lucros, tudo com a desculpa da crise. E como bónus para estes, muitas PMES que eram pequenos concorrentes e sem a mesma capacidade financeira, abriram falência.
Estes milionários são accionistas maioritários em várias empresas, que vão desde a banca, comunicação social, indústrias das mais variadas formas e que se juntam em clubes como o Clube de Bilderberg. E estes senhores que controlam as televisões, os jornais e as revistas bombardeiam-nos com um estilo de vida consumista, com campanhas de marketing agressivas: “Compre isto e aquilo”, “Se não comprar isto não será feliz”, ”O telemóvel que comprou no ano passado já não vale nada, agora tem de ter este”. Venderam-nos este estilo de vida através de filmes e novelas, eu lembro-me há muitos anos a trás, antes da crise, num telejornal ouvir uma suposta analista dizer que um endividamento era sinal de progresso, eu nunca mais me esqueci pois achei repugnante. Para nos fazerem gastar mais dinheiro e comprarmos mais dos seus produtos estes senhores nos impingiam formas de crédito em todo o lado, como comprar a 12 meses sem juro, nos bancos e nos centros comercias impingiam cartões de crédito, chegavam a ser chatos. Eram electrodomésticos, viagens, cursos, sempre com lemas tentadores como “tenha agora comece a pagar daqui a um ano”. Como se diz “O fruto proibido é o mais apetecido” e eles faziam acreditar que era possível fazendo a preocupação de pagar parecer longe e as consequências que um empréstimo acarreta, como juros e no caso de não se poder pagar, parecerem inexistentes. Como marketing, atraente e confortável ao olhar dos demais, os bancos lançaram as contas ordenados com o mote se tiver uma conta ordenado tem isenção de taxas bancárias. Mas estas trazem outras tentações e preocupações, pois dizem-nos logo que temos dois ordenados caso precisemos. Na realidade se recorrermos à conta ordenado estamos a utilizar dinheiro que é deles e não nosso e muitos vivem da conta ordenado para conseguir pagar as contas e viver durante o mês. Mas estas ajudas desaparecem num instante se não pudermos pagar, penhoram ordenados e por aí vai. A crise instaurada no nosso país também não ajuda a eliminarmos a necessidade de recorrer a essa conta ordenado, pelo contrário aumenta cada vez mais.
Estes senhores que ganharam porque comprávamos os seus bens e serviços, ganhavam com os juros dos créditos e ganharam também destruindo a nossa economia. Os únicos que não ganharam nada com isto fomos nós.
E agora quem está a ser acusado da crise? Estes senhores já disseram que a culpa é nossa, que gastámos mais do que podíamos. Sim, nós não somos inocentes, nós nos deixámos influenciar por eles e por isso temos uma cota parte de culpa. Mas os grandes culpados são eles, pois utilizam um jogo psicológico fácil e baixo. Criticam os gastos mas oferecem inúmeras maneiras fáceis, à primeira vista, de gastar para sustentarmos desejos ou sonhos que eles próprios apregoam para que os realizemos que eles ajudam. Ajudam sim a enterrarmo-nos cada vez mais.
Estes senhores impingiram-nos todo o tipo de produtos e impingiram-nos os créditos para os comprarmos e com isso ganharam milhões. E agora somos nós que temos que pagar a crise?
Agora vemos os impostos a aumentar, o desemprego a subir, os salários a descer e estes senhores que consequencias têm? Nenhuma, pelo contrário como já referi em cima ainda têm benefícios.
Meus amigos, as multinacionais apresentam lucros de milhões, os seus accionistas continuam a fazer milhões, os seus gestores a ganhar milhões em bónus. E nós que paguemos a crise.
Estes senhores exigem agora que a lei do trabalho seja liberalizada, uma das ideias vendidas é que se for mais fácil despedir mais facilmente contratam gente. Querem aumentar as horas semanais de trabalho e pagar o mínimo, querem acabar com todas as protecções que temos. Assim poderão nos explorar a torto e a direito, se não fizermos o que querem vamos para a rua. Pior, estes senhores querem acabar com o estado social em que vivemos, para se quisermos ter direito a saúde termos que comprar os seus planos de saúde, se quisermos temos ter direito a reforma temos que fazer os seus PPRS, para andarmos de carro temos que pagar as suas estradas. Basta abrirmos os olhos, já não é isto que se está a passar com as SCUTS?
Eles controlam os meios de comunicação social, que estão sempre a vender a mesma história, a crise, o desemprego, a banca rota, isto para que tenhamos medo dela, para dizermos isto está mal e temos que apertar o cinto, se não isto vai ficar pior. Com este medo damos a nossa liberdade e abrimos mão de coisas que de outra forma não daríamos. Por exemplo, com medo do desemprego permitimos alguns abusos por parte da entidade patronal que de outra forma não permitiríamos. Com medo da crise muitos de nós permitimos que os impostos subam. O que estes senhores querem é que nós tenhamos muito medo, pois quanto mais medo tivermos mais da nossa liberdade e direitos estamos dispostos a ceder. E eles fazem-nos ter medo através das notícias, que são eles que as controlam. Gostaria de informar para quem não sabe que o senhor Pinto Balsemão pertence ao Clube de Bilderberg e esse senhor é só o proprietário do maior grupo de Comunicação Social Português.
Estes senhores para além de nos meterem medo com a crise também nos distraem dos verdadeiros responsáveis da crise, apontando o dedo para os políticos, escondendo os verdadeiros culpados.
Os políticos são só meras marionetas nas mãos destes senhores. Primeiro os políticos precisam deles para pagarem as suas campanhas, precisam deles para lhes darem trabalho quando saiem da política e pior, as empresas destes senhores são responsáveis por uma elevada percentagem do nosso PIB, para além da quantidade muito grande de pessoas que estas empresas empregam. Já imaginaram se esses senhores tirassem de repente as suas empresas do nosso país? Primeiro o desemprego aumentava como nunca visto, segundo entrávamos mesmo na banca rota. Mas isto os meios de Comunicação Social não dizem. Antes apontam as baterias aos políticos. E nós como tomamos como certo tudo o que vemos na caixa mágica, quando o governo sobe os impostos apontamos baterias aos ordenados dos deputados e a todo o staf político, aos seus carros e reformas, quando não é essa a causa da crise. Atenção, não estou a dizer que sou a favor, pois sou contra o desperdício e também não digo que os políticos estão isentos de culpa. Apenas estou a dizer que não é a principal causa e também não é a única solução.
Meus amigos é tempo de abrirmos os olhos, é tempo de lutarmos, estes senhores têm um plano, têm uma agenda, que é estabelecer uma tirania global e corporativa, em que vamos ser meros servos sem direitos nem liberdade.
O dinheiro não é um produto agrícola. Vou dar o exemplo das uvas, se devido a mau tempo, em que nós não ditamos as leis, há uma má colheita, logo há menos produto e o mercado sobe o preço desta. Não conseguimos criar uvas do nada. Mas o que é o dinheiro se não uma invenção nossa que é criada do ar e gerida por leis que nós criámos. Em relação ao dinheiro somos senhores. Não somos capazes de mandar no tempo, mas mandamos nas leis do dinheiro. Se esta crise é tão má para todos ninguém se importaria se mudássemos as leis do jogo, afinal fomos nós que as criámos. Se isto não acontece é porque alguém está a beneficiar com elas. Em vez disso mantemo-nos escravos de leis que criámos, tentando resolver a crise segundo leis absolutas como a lei da gravidade. Quando se inventam aviões temos que ter em atenção as leis da gravidade, não podemos dizer: “olha com a gravidade em 9,8 o avião não voa por isso vamos a diminuir para 6,0”. Mas em relação às leis do dinheiro podemos, fomos nós que as inventámos. A não ser que alguém saia prejudicado e seja alguém poderoso, pois se fosse apenas um punhado de Zés Ninguém diríamos sempre que é para um bem maior. Mas como é um punhado de todos poderosos que se lixem biliões de pessoas ao redor do mundo.
É tempo de agir, mas agir não significa irmos para a rua fazer um golpe de estado, é preciso agir com responsabilidade, pois liberdade significa responsabilidade e sobre isto vou falar no próximo tema do meu blog.
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Temos que Acordar! Liberdade é Responsabilidade!
O nosso mundo está em crise, os governos em todo o mundo dizem que temos que apertar o cinto, os impostos sobem, os salários descem, a vida começa a ficar mais difícil para alguns.
Está na hora de acordarmos, está na hora de nos revoltarmos e lutar, a nossa liberdade está em perigo (Ver post O medo da Crise).
O que eu quero agora debater é como podemos lutar pela nossa liberdade e pelo estado social.
Muitos nada fizeram, muitos de nós limitam-se a pensar que somos insignificantes e nada conseguimos fazer. Mas isso é o que eles querem que nós façamos, que nos entreguemos à nossa vida de casa para o trabalho, levando uma vida pacata em que aceitemos o que nos é imposto sem protestar. Muitos até se revoltam quando vêem as notícias nos meios de comunicação social e se revoltam quando debatem os assuntos com os seus amigos, mas quando se trata de fazer algo, dizem: “Eu sou insignificante, não posso fazer nada para mudar o mundo.”
Meus amigos, quantos milhões de pessoas têm este pensamento? E se todos os que pensam desta forma disserem basta? Milhões de pessoas não podem mudar o mundo? Sim podem. Muitas pessoas brincam comigo quando eu digo que quero mudar o mundo. Dizem-me: “Quem és tu para mudar o mundo.” Se eu conseguir acordar dez pessoas a abrir os olhos e a querer mudar o mundo já somos onze e se essas dez pessoas acordarem mais dez pessoas, cada um, já somos cento e um e podemos continuar por aí fora a multiplicar até sermos milhões.
O problema é que estamos todos a olhar uns para os outros a pensar: “Se eu me mexer e mais ninguém se mexer nada acontece.” E ficamos todos a olhar uns para os outros num ciclo vicioso em que ninguém se mexe porque acreditamos “Se eu me mexer mais ninguém vai se mexer” e estamos milhões de pessoas neste estado latente.
Por isso eu digo: Já chega! Eu sou capaz de mudar o mundo! Não porque sou especial, mas porque sou um ser humano. E como ser humano tenho o direito a ser feliz. Com a certeza de que o meu acto consiga que mais gente se levante e diga: “Eu sou capaz de mudar o mundo! Porque eu sou capaz de mudar o mundo, porque todos juntos somos capazes de mudar o mundo!”
O que podemos fazer para mudar? Muitas pessoas vieram para a rua protestar, mas qual foi o resultado? Nenhum. Não estou a dizer que não é uma excelente forma de protesto. Apenas estou que não basta virmos para a rua protestar.
O primeiro passo para sermos livres é sermos pessoas informadas. Informação é poder! Não é a toa que chamam à comunicação social de o quarto poder.
Para estarmos informados não basta ver o telejornal, como já referi num outro post, a comunicação social é controlada por quem quer acabar com a nossa liberdade. As notícias que aparecem nos ecrãs, são notícias já mastigadas e editadas para sem pensarmos termos a reacção que eles desejam. Como podemos estar informados? Podemos olhar para as notícias com um olhar crítico, retirar da notícia apenas a informação para analisarmos e tirarmos as nossas próprias conclusões. Devemos recolher as informações do máximo número de fontes possível, pois por vezes nas notícias escapam pormenores importantes e recolher esses pormenores pode nos dar uma visão real do que aconteceu. Por fim, procurar serviços noticiosos independentes. Em Portugal não conheço nenhum, mas existem alguns estrangeiros.
Para estarmos informados não basta estarmos atentos ao presente temos também de ligar à história, ao passado. Por vezes uma notícia isolada, tirada fora do contexto, pode não nos dizer nada e não ligarmos. Mas essa notícia pode ser muito importante, pode ser um passo de uma estratégia qualquer e se não soubermos o que está para trás, não nos vamos aperceber a importância da notícia.
A história é muito importante, eu sou licenciado em história e depois de terminar o curso fiquei com uma ideia mais clara do presente. Antes havia muita coisa no mundo que não me fazia sentido, depois do curso terminado o mundo passou a fazer mais sentido. Mas em relação à história temos que ter algumas coisas em conta. Esta é escrita pelos vencedores e estes vão sempre se enaltecer e desacreditar os vencidos. Quando estudamos história temos que ter uma visão crítica, imparcial e temos de ter em conta todos os pontos de vista, analisar bem cada situação. Há mais uma coisa que temos de ter em conta, a história que nos é ensinada na escola até ao 12º ano tem muita coisa incorrecta. Há muitas coisas que não são verdade, eu apanhei grandes surpresas na faculdade. Isso não me surpreende, pois os programas de ensino são aprovados pelos governos, que são controlados por outros mais acima, mas sobre a educação irei falar mais profundamente num futuro post.
Outra coisa que temos que ter em conta em conta quando buscamos conhecimento e informação, é olhar para as coisas sem ideias pré-concebidas e com um espírito crítico. Sem fazermos isso a informação que procuramos pode estar à nossa frente em letras garrafais e com luzes de néon que nós não a vamos ver.
O mesmo já se passou comigo, vou-vos dar um exemplo: Durante muitos anos li passagens da bíblia vezes sem conta e contei essas mesmas histórias vezes sem conta também, mas sem nunca me aperceber do que estava escrito. Anos mais tarde, com outros olhos, sem ideias pré-concebidas e com espírito crítico relembrei-me das histórias, ou as reli e vi o que estava à frente dos meus olhos e que nunca tinha visto durante anos. Há muita coisa escondida à frente dos nossos olhos que não vemos. Este é um aspecto fundamental, pois a maioria dos problemas do mundo, do ódio, da violência e da intolerância, têm aqui a sua origem. Isto porque toda a humanidade se baseia em ideias pré-concebidas e sem olhar crítico, que nos foram mastigadas e dadas como verdades e nós as aceitamos sem as questionar. Isto é um aspecto muito importante que vou aprofundar num futuro post.
Ok, muitos de vocês estarão a pensar: “E depois estamos informados temos conhecimento, isto não muda nada.” Outros estarão a pensar: “Não, eu estou informado, eu tenho conhecimento.” Se o seu caso é o segundo é porque está a partir de ideias pré-concebidas e sem espírito crítico, o que devia estar a pensar é: Estarei informado? Tenho conhecimento? Se o seu caso é o primeiro, devo-vos dizer que é mais de meio caminho. Quando começamos a perceber as coisas, nós mudamos, é uma sensação espectacular, é como se tivéssemos cegos e passássemos a ver. Nós apercebemo-nos que não somos insignificantes, que temos poder, passamos a ver coisas que estavam à nossa frente e nós não víamos. Apercebemo-nos que a sociedade é como um ser vivo e que nós fazemos parte dela, vemos que a sociedade que muitos de nós criticamos não fazem parte só os outros, como também nós e aqueles que estão à nossa volta. Apercebemo-nos que esta sociedade que é como um ser vivo tem muitas células cancerígenas, mas tem milhões saudáveis e que o mundo está moribundo porque as células boas estão apáticas. E muitas das células cancerígenas o são não por escolha própria, mas sim porque lhes foram incutidas ideias pré-concebidas e não possuírem espírito crítico, ou seja podem ser recuperadas.
Ao adquirirmos espírito crítico, passamos a pensar pelas nossas cabeças, não por um punhado de líderes que nos manipulam com palavras pomposas e caras e com carisma. Nem somos manipulados pela comunicação social que são os maiores manipuladores. A comunicação social tem o poder de fazer cair governos, eleger presidentes, transformar um santo num demónio, e um demónio num santo. A comunicação social entra em nossas casas todos os dias, o que vemos nela não questionamos, aceitamos automaticamente como verdade. O mundo que conhecemos é por ela. Meus amigos é muito poder, e se pensarmos um pouco reparamos que toda a comunicação social é e controlado por poucos mega grupos de midia, que por sua vez são controlados por um pequeno grupo de pessoas. È muito poder nas mãos de poucas pessoas, pior é que devido a fusões e aquisições estes grupos são cada vez menos. Meus amigos eu não sei quanto a vocês mas cada vez que penso nisto fico assustado. E ninguém se preocupa com isto. (Ver post - O medo da crise)
Cabe a nós reclamar esse poder para nós. Nós é que devíamos ter o poder de eleger governos através dos nossos votos, depois de analisarmos as reais propostas os partidos políticos e reais ideias. E não quem a comunicação social faz parecer melhor, ou quem tem a melhor imagem, ou carisma. Imagem e carisma não resolvem os verdadeiros problemas.
E com isto já estou a passar para a parte da acção. Felizmente ainda vivemos em democracia. E para os políticos serem eleitos temos que votar neles e os militantes, base dos partidos políticos, têm de votar nos seus líderes partidários.
Não me queria alargar na parte da política, porque quero fazer um post específico sobre isto, mas isto também é uma parte importante do nosso poder. Existem quatro tipos de eleitores: uma grande parte que não vota e os políticos com esses não se têm de preocupar; há outros que olham para os partidos como um clube de futebol e têm o seu partido e votam sempre no mesmo, com esses os políticos também não se preocupam, porque ou são votos garantidos ou que não têm hipóteses de conquistar, há ainda um pequeno grupo que tenta analisar as propostas e vota informado, mas este grupo é tão insignificante que não vale o esforço, no ponto de vista dos políticos é claro; por fim temos um outro grande grupo que é quem decide as eleições, que pensam que votam em consciência mas votam no carisma do líder político, no marketing político, em quem fala melhor e quem tem os melhores chavões de campanha. Eu não me lembro de uma campanha em que se tenha debatido política na verdadeira ascensão da palavra. Debatem-se ideias vagas, dizem que se tem de apoiar as PME´S mas não dizem como, dizem que se tem de investir na educação não dizem quanto, e por aí fora. Debatem ideias vagas, sem conteúdo e ganha as eleições quem as debate melhor. Agora, se todos começarmos a analisar as propostas, a votar em quem tem as melhores ideias concretas, questionando sobre os problemas reais do país, as coisas mudavam. Não instantaneamente, mas com o tempo as coisas mudavam. Os políticos querem ganhar eleições, não as querem perder e para as ganhar eles teriam de mudar o seu modo de funcionar. Os políticos deixariam de gastar os milhões em marketing e teriam de gastar mais tempo a construir programas concretos de governo. Porque são eles que precisam do nosso voto, e só com o nosso voto ganham as eleições e isso é um poder enorme que temos!
A grande maioria de nós fala da sociedade como se não tivéssemos nada a ver com ela. Muitos dizem frases como: “A sociedade está louca”, ou “A sociedade está doente”, etc. Mas sempre falamos da sociedade como algo exterior a nós, espero não estar a dar nenhuma novidade mas a sociedade somos todos nós. E o mais engraçado é que definimos sociedade como sendo os outros, esta é mais uma ideia criada por aqueles que querem que pensemos que somos insignificantes. Isto pode parecer um pormenor insignificante mas do ponto de vista psicológico faz toda a diferença. Uma coisa é vermos a sociedade como algo a que nós não pertencemos e que o que fazemos não tem repercussões na sociedade. Querer mudar a sociedade “estando de fora” é muito difícil, somos nós contra a sociedade, David contra Golias. Agora se virmos que fazemos parte da sociedade, se nos alterarmos a nós próprios já estamos a mudar a sociedade e com a nossa mudança podemos dar o exemplo a outros. É muito mais fácil querer mudar uma coisa fazendo parte dela, do que não fazendo.
Pensarmos que não fazemos parte da sociedade tem consequências terríveis. O nosso subconsciente, por exemplo, vai pensar: “se não fazemos parte da sociedade, os nossos actos não têm qualquer influência nela.” E é aqui que está um dos grandes problemas da nossa sociedade. Mesmo que os nossos actos sejam insignificantes, multipliquem milhões de actos insignificantes para ver quanto dá. Pouca gente está satisfeita com a nossa sociedade, falem com todas as pessoas que conhecem, vão para a rua e vejam quantas pessoas estão satisfeitas com o sistema e condições actuais. Quase todas as pessoas vão dizer que isto está muito mal, que isto precisa de uma volta, que as coisas têm de mudar. Agora ou as pessoas são mentirosas ou somos muitos a dizer que a sociedade precisa de mudar. E mais uma vez lembro-vos, o poder de muitos é muito forte. Agora, podemos fazer parte da solução ou do problema.
Milhões ou milhares de actos fazem a diferença por exemplo se todos pagássemos os nossos impostos e se não fugíssemos a estes, o PIB subiria e o défice desceria. Se não estivéssemos tão concentrados no eu e no que é bom no imediato, faríamos desta sociedade uma sociedade melhor para todos e estaríamos a fabricar para nós um excelente futuro.
Ao longo dos anos tenho falado com patrões e trabalhadores, visto os discursos dos sindicatos e associações de patronatos. Todos eles apresentam os seus argumentos, todos eles válidos, num discurso surdo de uns contra os outros. Não seria mais produtivo em vez de lutarmos uns contra os outros, trabalharmos em conjunto? Em que os trabalhadores se esforçam no seu trabalho, sendo mais produtivos, vestindo as camisolas das suas empresas e os Patrões perceberem que os seus funcionários são seres humanos e não maquinas e lhes dar os meios para que estes tenham uma vida feliz? (Este é um tema que aprofundarei num futuro post).
Muitos de nós nos queixamos do excesso de burocracia e de leis, mas muitas destas são criadas porque as pessoas não respeitam os outros e a sociedade. Os seus actos são tomados em seu interesse e em desrespeito de muitos.
Meus amigos, quanto menos moral e mútuo desrespeito houver, mais leis e burocracias complexas haverá.
Se todos nós fossemos íntegros com palavra e tivéssemos moral, não seriam necessárias tantas leis e burocracia. Nem os tribunais estariam tão cheios de processos e a justiça seria mais rápida.
Se por vezes somos os vendedores, muitas mais vezes somos os compradores e se não gostamos de ser enganados, também não devemos enganar outros.
A sociedade está podre mas a sociedade somos todos nós e está na mão de todos a mudar. A política é 10% da sociedade e também aí podemos ter uma palavra a dizer, se nos tornarmos cidadãos activos. Se queremos liberdade, temos que abarcar com as responsabilidades. Mas mudar o mundo é possível, basta para isso desejarmos e pormos mão á obra, pois dá trabalho!
Está na hora de acordarmos, está na hora de nos revoltarmos e lutar, a nossa liberdade está em perigo (Ver post O medo da Crise).
O que eu quero agora debater é como podemos lutar pela nossa liberdade e pelo estado social.
Muitos nada fizeram, muitos de nós limitam-se a pensar que somos insignificantes e nada conseguimos fazer. Mas isso é o que eles querem que nós façamos, que nos entreguemos à nossa vida de casa para o trabalho, levando uma vida pacata em que aceitemos o que nos é imposto sem protestar. Muitos até se revoltam quando vêem as notícias nos meios de comunicação social e se revoltam quando debatem os assuntos com os seus amigos, mas quando se trata de fazer algo, dizem: “Eu sou insignificante, não posso fazer nada para mudar o mundo.”
Meus amigos, quantos milhões de pessoas têm este pensamento? E se todos os que pensam desta forma disserem basta? Milhões de pessoas não podem mudar o mundo? Sim podem. Muitas pessoas brincam comigo quando eu digo que quero mudar o mundo. Dizem-me: “Quem és tu para mudar o mundo.” Se eu conseguir acordar dez pessoas a abrir os olhos e a querer mudar o mundo já somos onze e se essas dez pessoas acordarem mais dez pessoas, cada um, já somos cento e um e podemos continuar por aí fora a multiplicar até sermos milhões.
O problema é que estamos todos a olhar uns para os outros a pensar: “Se eu me mexer e mais ninguém se mexer nada acontece.” E ficamos todos a olhar uns para os outros num ciclo vicioso em que ninguém se mexe porque acreditamos “Se eu me mexer mais ninguém vai se mexer” e estamos milhões de pessoas neste estado latente.
Por isso eu digo: Já chega! Eu sou capaz de mudar o mundo! Não porque sou especial, mas porque sou um ser humano. E como ser humano tenho o direito a ser feliz. Com a certeza de que o meu acto consiga que mais gente se levante e diga: “Eu sou capaz de mudar o mundo! Porque eu sou capaz de mudar o mundo, porque todos juntos somos capazes de mudar o mundo!”
O que podemos fazer para mudar? Muitas pessoas vieram para a rua protestar, mas qual foi o resultado? Nenhum. Não estou a dizer que não é uma excelente forma de protesto. Apenas estou que não basta virmos para a rua protestar.
O primeiro passo para sermos livres é sermos pessoas informadas. Informação é poder! Não é a toa que chamam à comunicação social de o quarto poder.
Para estarmos informados não basta ver o telejornal, como já referi num outro post, a comunicação social é controlada por quem quer acabar com a nossa liberdade. As notícias que aparecem nos ecrãs, são notícias já mastigadas e editadas para sem pensarmos termos a reacção que eles desejam. Como podemos estar informados? Podemos olhar para as notícias com um olhar crítico, retirar da notícia apenas a informação para analisarmos e tirarmos as nossas próprias conclusões. Devemos recolher as informações do máximo número de fontes possível, pois por vezes nas notícias escapam pormenores importantes e recolher esses pormenores pode nos dar uma visão real do que aconteceu. Por fim, procurar serviços noticiosos independentes. Em Portugal não conheço nenhum, mas existem alguns estrangeiros.
Para estarmos informados não basta estarmos atentos ao presente temos também de ligar à história, ao passado. Por vezes uma notícia isolada, tirada fora do contexto, pode não nos dizer nada e não ligarmos. Mas essa notícia pode ser muito importante, pode ser um passo de uma estratégia qualquer e se não soubermos o que está para trás, não nos vamos aperceber a importância da notícia.
A história é muito importante, eu sou licenciado em história e depois de terminar o curso fiquei com uma ideia mais clara do presente. Antes havia muita coisa no mundo que não me fazia sentido, depois do curso terminado o mundo passou a fazer mais sentido. Mas em relação à história temos que ter algumas coisas em conta. Esta é escrita pelos vencedores e estes vão sempre se enaltecer e desacreditar os vencidos. Quando estudamos história temos que ter uma visão crítica, imparcial e temos de ter em conta todos os pontos de vista, analisar bem cada situação. Há mais uma coisa que temos de ter em conta, a história que nos é ensinada na escola até ao 12º ano tem muita coisa incorrecta. Há muitas coisas que não são verdade, eu apanhei grandes surpresas na faculdade. Isso não me surpreende, pois os programas de ensino são aprovados pelos governos, que são controlados por outros mais acima, mas sobre a educação irei falar mais profundamente num futuro post.
Outra coisa que temos que ter em conta em conta quando buscamos conhecimento e informação, é olhar para as coisas sem ideias pré-concebidas e com um espírito crítico. Sem fazermos isso a informação que procuramos pode estar à nossa frente em letras garrafais e com luzes de néon que nós não a vamos ver.
O mesmo já se passou comigo, vou-vos dar um exemplo: Durante muitos anos li passagens da bíblia vezes sem conta e contei essas mesmas histórias vezes sem conta também, mas sem nunca me aperceber do que estava escrito. Anos mais tarde, com outros olhos, sem ideias pré-concebidas e com espírito crítico relembrei-me das histórias, ou as reli e vi o que estava à frente dos meus olhos e que nunca tinha visto durante anos. Há muita coisa escondida à frente dos nossos olhos que não vemos. Este é um aspecto fundamental, pois a maioria dos problemas do mundo, do ódio, da violência e da intolerância, têm aqui a sua origem. Isto porque toda a humanidade se baseia em ideias pré-concebidas e sem olhar crítico, que nos foram mastigadas e dadas como verdades e nós as aceitamos sem as questionar. Isto é um aspecto muito importante que vou aprofundar num futuro post.
Ok, muitos de vocês estarão a pensar: “E depois estamos informados temos conhecimento, isto não muda nada.” Outros estarão a pensar: “Não, eu estou informado, eu tenho conhecimento.” Se o seu caso é o segundo é porque está a partir de ideias pré-concebidas e sem espírito crítico, o que devia estar a pensar é: Estarei informado? Tenho conhecimento? Se o seu caso é o primeiro, devo-vos dizer que é mais de meio caminho. Quando começamos a perceber as coisas, nós mudamos, é uma sensação espectacular, é como se tivéssemos cegos e passássemos a ver. Nós apercebemo-nos que não somos insignificantes, que temos poder, passamos a ver coisas que estavam à nossa frente e nós não víamos. Apercebemo-nos que a sociedade é como um ser vivo e que nós fazemos parte dela, vemos que a sociedade que muitos de nós criticamos não fazem parte só os outros, como também nós e aqueles que estão à nossa volta. Apercebemo-nos que esta sociedade que é como um ser vivo tem muitas células cancerígenas, mas tem milhões saudáveis e que o mundo está moribundo porque as células boas estão apáticas. E muitas das células cancerígenas o são não por escolha própria, mas sim porque lhes foram incutidas ideias pré-concebidas e não possuírem espírito crítico, ou seja podem ser recuperadas.
Ao adquirirmos espírito crítico, passamos a pensar pelas nossas cabeças, não por um punhado de líderes que nos manipulam com palavras pomposas e caras e com carisma. Nem somos manipulados pela comunicação social que são os maiores manipuladores. A comunicação social tem o poder de fazer cair governos, eleger presidentes, transformar um santo num demónio, e um demónio num santo. A comunicação social entra em nossas casas todos os dias, o que vemos nela não questionamos, aceitamos automaticamente como verdade. O mundo que conhecemos é por ela. Meus amigos é muito poder, e se pensarmos um pouco reparamos que toda a comunicação social é e controlado por poucos mega grupos de midia, que por sua vez são controlados por um pequeno grupo de pessoas. È muito poder nas mãos de poucas pessoas, pior é que devido a fusões e aquisições estes grupos são cada vez menos. Meus amigos eu não sei quanto a vocês mas cada vez que penso nisto fico assustado. E ninguém se preocupa com isto. (Ver post - O medo da crise)
Cabe a nós reclamar esse poder para nós. Nós é que devíamos ter o poder de eleger governos através dos nossos votos, depois de analisarmos as reais propostas os partidos políticos e reais ideias. E não quem a comunicação social faz parecer melhor, ou quem tem a melhor imagem, ou carisma. Imagem e carisma não resolvem os verdadeiros problemas.
E com isto já estou a passar para a parte da acção. Felizmente ainda vivemos em democracia. E para os políticos serem eleitos temos que votar neles e os militantes, base dos partidos políticos, têm de votar nos seus líderes partidários.
Não me queria alargar na parte da política, porque quero fazer um post específico sobre isto, mas isto também é uma parte importante do nosso poder. Existem quatro tipos de eleitores: uma grande parte que não vota e os políticos com esses não se têm de preocupar; há outros que olham para os partidos como um clube de futebol e têm o seu partido e votam sempre no mesmo, com esses os políticos também não se preocupam, porque ou são votos garantidos ou que não têm hipóteses de conquistar, há ainda um pequeno grupo que tenta analisar as propostas e vota informado, mas este grupo é tão insignificante que não vale o esforço, no ponto de vista dos políticos é claro; por fim temos um outro grande grupo que é quem decide as eleições, que pensam que votam em consciência mas votam no carisma do líder político, no marketing político, em quem fala melhor e quem tem os melhores chavões de campanha. Eu não me lembro de uma campanha em que se tenha debatido política na verdadeira ascensão da palavra. Debatem-se ideias vagas, dizem que se tem de apoiar as PME´S mas não dizem como, dizem que se tem de investir na educação não dizem quanto, e por aí fora. Debatem ideias vagas, sem conteúdo e ganha as eleições quem as debate melhor. Agora, se todos começarmos a analisar as propostas, a votar em quem tem as melhores ideias concretas, questionando sobre os problemas reais do país, as coisas mudavam. Não instantaneamente, mas com o tempo as coisas mudavam. Os políticos querem ganhar eleições, não as querem perder e para as ganhar eles teriam de mudar o seu modo de funcionar. Os políticos deixariam de gastar os milhões em marketing e teriam de gastar mais tempo a construir programas concretos de governo. Porque são eles que precisam do nosso voto, e só com o nosso voto ganham as eleições e isso é um poder enorme que temos!
A grande maioria de nós fala da sociedade como se não tivéssemos nada a ver com ela. Muitos dizem frases como: “A sociedade está louca”, ou “A sociedade está doente”, etc. Mas sempre falamos da sociedade como algo exterior a nós, espero não estar a dar nenhuma novidade mas a sociedade somos todos nós. E o mais engraçado é que definimos sociedade como sendo os outros, esta é mais uma ideia criada por aqueles que querem que pensemos que somos insignificantes. Isto pode parecer um pormenor insignificante mas do ponto de vista psicológico faz toda a diferença. Uma coisa é vermos a sociedade como algo a que nós não pertencemos e que o que fazemos não tem repercussões na sociedade. Querer mudar a sociedade “estando de fora” é muito difícil, somos nós contra a sociedade, David contra Golias. Agora se virmos que fazemos parte da sociedade, se nos alterarmos a nós próprios já estamos a mudar a sociedade e com a nossa mudança podemos dar o exemplo a outros. É muito mais fácil querer mudar uma coisa fazendo parte dela, do que não fazendo.
Pensarmos que não fazemos parte da sociedade tem consequências terríveis. O nosso subconsciente, por exemplo, vai pensar: “se não fazemos parte da sociedade, os nossos actos não têm qualquer influência nela.” E é aqui que está um dos grandes problemas da nossa sociedade. Mesmo que os nossos actos sejam insignificantes, multipliquem milhões de actos insignificantes para ver quanto dá. Pouca gente está satisfeita com a nossa sociedade, falem com todas as pessoas que conhecem, vão para a rua e vejam quantas pessoas estão satisfeitas com o sistema e condições actuais. Quase todas as pessoas vão dizer que isto está muito mal, que isto precisa de uma volta, que as coisas têm de mudar. Agora ou as pessoas são mentirosas ou somos muitos a dizer que a sociedade precisa de mudar. E mais uma vez lembro-vos, o poder de muitos é muito forte. Agora, podemos fazer parte da solução ou do problema.
Milhões ou milhares de actos fazem a diferença por exemplo se todos pagássemos os nossos impostos e se não fugíssemos a estes, o PIB subiria e o défice desceria. Se não estivéssemos tão concentrados no eu e no que é bom no imediato, faríamos desta sociedade uma sociedade melhor para todos e estaríamos a fabricar para nós um excelente futuro.
Ao longo dos anos tenho falado com patrões e trabalhadores, visto os discursos dos sindicatos e associações de patronatos. Todos eles apresentam os seus argumentos, todos eles válidos, num discurso surdo de uns contra os outros. Não seria mais produtivo em vez de lutarmos uns contra os outros, trabalharmos em conjunto? Em que os trabalhadores se esforçam no seu trabalho, sendo mais produtivos, vestindo as camisolas das suas empresas e os Patrões perceberem que os seus funcionários são seres humanos e não maquinas e lhes dar os meios para que estes tenham uma vida feliz? (Este é um tema que aprofundarei num futuro post).
Muitos de nós nos queixamos do excesso de burocracia e de leis, mas muitas destas são criadas porque as pessoas não respeitam os outros e a sociedade. Os seus actos são tomados em seu interesse e em desrespeito de muitos.
Meus amigos, quanto menos moral e mútuo desrespeito houver, mais leis e burocracias complexas haverá.
Se todos nós fossemos íntegros com palavra e tivéssemos moral, não seriam necessárias tantas leis e burocracia. Nem os tribunais estariam tão cheios de processos e a justiça seria mais rápida.
Se por vezes somos os vendedores, muitas mais vezes somos os compradores e se não gostamos de ser enganados, também não devemos enganar outros.
A sociedade está podre mas a sociedade somos todos nós e está na mão de todos a mudar. A política é 10% da sociedade e também aí podemos ter uma palavra a dizer, se nos tornarmos cidadãos activos. Se queremos liberdade, temos que abarcar com as responsabilidades. Mas mudar o mundo é possível, basta para isso desejarmos e pormos mão á obra, pois dá trabalho!
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segunda-feira, 5 de julho de 2010
Sem Palavras.
Nem me vou preocupar a comentar este vídeo.
Vou apenas o deixar aqui, para o debate. O que acham?
http://www.youtube.com/watch?v=Kur36SWZhsA&feature=related
Vou apenas o deixar aqui, para o debate. O que acham?
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sexta-feira, 2 de julho de 2010
Tolerância
Olá a todos Bem Vindos ao meu blog.
Antes de começar a falar de teorias de conspiração, exoterismo, fenómenos paranormais, religião, gostaria de falar sobre tolerância.
Vivemos num mundo de intolerância. Apesar de termos um véu de tolerância, e ser politicamente correcto dizermos que somos tolerantes, não o somos. Estamos agarrados, ás nossas crenças, aos nossos valores morais, e queremos à força impingi-los a toda a gente.
Os maiores exemplos flagrantes de intolerância são nos dados pela religião. Durante séculos fomos obrigados no mundo ocidental, a uma religião que estava ligada ao poder. Esta servia-se do poder e o poder se servia desta para o controlo das populações, fazendo que os seus dogmas e suas crenças fossem obrigatórias em todo os países por ela controlados. Mais nenhuma religião poderia existir a não ser ela. Felizmente, hoje o poder civil e o religioso estão separados, mas devido ao seu poder, a religião ainda move as suas influências e tenta que as seus dogmas e crenças sejam manifestados nas leis do país. É com alguma preocupação que oiço algumas vozes que se levantam no mundo ocidental dizendo que não podemos virar as costas á sua base cristã e querem incluir referências a esta base na própria constituição do país. Que querem fazer a seguir? Obrigar todos a seguir o cristianismo? Expulsar os que não querem? Para onde vou ter que emigrar nessa altura? Eu sou português e todos os meus ascendentes pelo menos até à quarta geração eram portugueses, para onde iria eu? Felizmente este cenário, não se coloca, pelo menos nos tempos imediatos.
Ainda á pouco tempo no nosso pais, tivemos a discussão sobre o casamento de pessoas do mesmo género, e vimos a intolerância mascarada onde vivemos. A maioria da população dizia que não tinha nada contra os gays, que eles se podiam juntar e até inventar uma palavra para um contrato civil de união entre pessoas do mesmo sexo, mas não se devia chamar casamento.Diziam eles que era para a protecção da família e da procriação da espécie humana. Este é um pensamento perigoso, porque com a mesma lógica podemos estar amanhã a defender a proibição dos divórcios ou a proibição das uniões de facto, ou a obrigar duas pessoas que tiveram filhos a casarem-se. A posição das pessoas heterosexuais devia ser aquela que eu tive. Eu como heterosexual não tenho que me pronunciar sobre uma lei que não me afecta. Eu não sou perdido nem achado nesta discussão, se os gays se querem casar que se casem.
Não fui buscar este exemplo para debater o casamento gay, apenas o fui buscar como exemplo de como é o mundo. Apesar de uma cortina de tolerância, vivemos num mundo de intolerantes.
Todos querem impor as suas crenças e os seus valores morais como norma na sociedade e isto pode ser visto no nosso dia a dia. Quantas vezes já ouvimos comentários negativos do género: “aquela rapariga é uma pu.. , dorme com este e com aquele”, e por ela fazer isto já estamos a dizer que ela é uma má pessoa e já estamos a caracterizar todo um ser humano por uma característica que não concordamos. Uma pessoa que tenha um comportamento sexual dito não normal, está logo a ser conotado como um depravado, alguém que não presta e essa pessoa até pode ser uma excelente pessoa, mas tomamos a parte pelo todo.
Passa-se o mesmo com pessoas que se vestem de forma mais provocante como uma míni-saia ou um grande decote, automaticamente as pessoas rotulam a pessoa da mesma forma. A minha pergunta é a seguinte: O que é que isso afecta nas vossas vidas? Que é que vos afecta se a vossa vizinha anda vestida de forma provocante? O que é que afecta as vossas vidas se o vosso amigo é bissexual? Que afecta as vossas vidas se o casal que vive no fundo da rua gosta de swing? A resposta é nada. Devemos-nos respeitar uns aos outros. Eu por exemplo não gosto de sado-masoquismo, se alguém gosta é com ele, não tenho nada haver com isso. E se for meu amigo não é por isso que vai deixar de o ser. Não temos o direito de impingir os nossos gostos, valores morais e crenças á força a outras pessoas.
Se acha que as pessoas que fazem este tipo de coisas vão parar ao inferno, não se preocupe, preocupe-se em se salvar-se a si.
Eu respeito quem é católico ferrenho e acha que por eu não acreditar na Bíblia vou arder no inferno, se é o que acredita eu respeito, mas peço para ser respeitado.
Fui buscar este exemplo das diferenças sexuais, porque é mais fácil para me fazer compreender, é onde a intolerância é mais visível, é das primeiras coisas que nos lembramos quando falamos de valores morais. Mas isto também é visível em coisas mais pequenas, alguém que seja mais excêntrico e se comporte ou vista de forma diferente das restantes pessoas é igualmente olhado de lado.
Muitas pessoas defendem-se dizendo: mas a Bíblia diz isto ou aquilo, as pessoas agarram-se à Bíblia de uma forma que nem tenho palavras para descrever. Para essas pessoas a Bíblia é mais que lei. Eu respeito quem acredita na Bíblia e quem faz da Bíblia a sua lei, mas eu não acredito na bíblia e não posso ser obrigado a fazer dela a minha lei, e quero ser respeitado por isso. Atenção não estou a defender que não devemos tentar mostrar que estamos certos. Se acreditamos em algo não sou contra quem tenta converter alguém . Eu próprio vou mostrar os meus pontos de vista, vou dizer acho que isto é o certo e isto é o errado, mas não vou impingir as minhas ideias. Quem me conhece sabe que eu falo destes assuntos com paixão. Por vezes exalto-me, por vezes parece que eu estou a discutir ferozmente, mas não significa que depois não vá beber um copo com essa pessoa e até acha-la uma pessoa espetacular, apesar de acreditar em algo que eu não acredito e até contesto. As nossas crenças e quem nós somos, são coisas distintas.
Outro aspecto da intolerância é achar crenças ridículas. Há quem acredite, que fomos criados por extra-terrestres, acredito que muitos a ler estas palavras já se estão a rir. Aqui também peço tolerância, é tão ridículo acreditar que viemos de extra-terrestres, como acreditar num Deus que nos criou em em sete dias, que abriu o mar vermelho, que enviou o seu filho à terra para morrer e este enquanto aqui andou, caminhou sobre as águas e ressuscitou mortos. Assim como os cristãos têm a bíblia, quem acredita que viemos de extra-terrestres também tem um livro e algumas provas difíceis de explicar.
Esta sociedade é óptima para quem controla este mundo e nos quer como um rebanho fácil de controlar, onde o próprio rebanho controla o rebanho, onde nos controlamos uns aos outros, para nos tornarmos todos iguais.
Atenção, existem culturas mais under-ground, como góticos, a cultura da street e muitas muitas mais, que se vêem como alternativos e que até agora devem estar a adorar o que eu escrevo; Atenção, aqui também existem rebanhos. Continuam a ser pessoas que se vestem da mesma forma, que partilham os mesmos ideais e que não admitem diferenças. Aqui a intolerância ainda é mais grave, pois a intolerância vira ódio, principalmente sobre as pessoas ditas normais. Devemos aceitar todos como são, assim como pedem para serem reconhecidos como pessoas e indivíduos. Devem dar a tolerância a quem quer ser dito “normal”. Se não gostam que as pessoas vos olhem de lado por serem diferentes também não devem olhar de lado para as restantes pessoas.
Temos que nos respeitar e ser tolerantes e acima de tudo temos que ser livres. Sim, somos livres, não somos obrigados a seguir ninguém, temos que ser quem nós somos. Milhões de pessoas no mundo não são livres, e não é por estarem numa prisão, nem por lhes terem encostado uma arma à cabeça. Não são livres porque têm medo de ser diferentes, ou porque lhes disseram o que era verdade e que esta não era para ser questionada. Libertem-se e respeitem quem é diferente. Para sermos livres na minha humilde opinião devemos: Primeiro por tudo em causa; segundo conhecermos-nos a nós próprios. Porque milhões de pessoas ao redor do mundo não se conhecem a elas próprias, fabricaram a sua personalidade e vivem segundo esta. Existe cada vez mais depressões no mundo, pois as pessoas não são elas próprias mas quem elas acham que são. Muitas das depressões vêm dos conflitos internos entre nós próprios e aquela pessoa que nós criamos e com quem nos identificamos, mas que não somos nós.
Apesar desta mensagem de liberdade não sou um anarquista. Vivemos em sociedade, e a minha liberdade começa onde a liberdade do outro acaba e vice versa. Por isso não sou tolerante com quem prejudica deliberadamente alguém, não sou tolerante com quem mata, com quem rouba, quem viola, ou um pedófilo que se aproveita de uma criança. Atenção, tu podes ter a liberdade para grafitares um tag, mas eu também tenho a liberdade de ter a minha casa pintada da forma que eu quero. Eu tenho a liberdade de fazer uma festa e fazer o barulho que eu quero, mas o meu vizinho tem a liberdade para descansar.
Mas em relação a tudo o resto que não afecte a minha liberdade ou a tua liberdade temos que ser tolerantes.
Antes de começar a falar de teorias de conspiração, exoterismo, fenómenos paranormais, religião, gostaria de falar sobre tolerância.
Vivemos num mundo de intolerância. Apesar de termos um véu de tolerância, e ser politicamente correcto dizermos que somos tolerantes, não o somos. Estamos agarrados, ás nossas crenças, aos nossos valores morais, e queremos à força impingi-los a toda a gente.
Os maiores exemplos flagrantes de intolerância são nos dados pela religião. Durante séculos fomos obrigados no mundo ocidental, a uma religião que estava ligada ao poder. Esta servia-se do poder e o poder se servia desta para o controlo das populações, fazendo que os seus dogmas e suas crenças fossem obrigatórias em todo os países por ela controlados. Mais nenhuma religião poderia existir a não ser ela. Felizmente, hoje o poder civil e o religioso estão separados, mas devido ao seu poder, a religião ainda move as suas influências e tenta que as seus dogmas e crenças sejam manifestados nas leis do país. É com alguma preocupação que oiço algumas vozes que se levantam no mundo ocidental dizendo que não podemos virar as costas á sua base cristã e querem incluir referências a esta base na própria constituição do país. Que querem fazer a seguir? Obrigar todos a seguir o cristianismo? Expulsar os que não querem? Para onde vou ter que emigrar nessa altura? Eu sou português e todos os meus ascendentes pelo menos até à quarta geração eram portugueses, para onde iria eu? Felizmente este cenário, não se coloca, pelo menos nos tempos imediatos.
Ainda á pouco tempo no nosso pais, tivemos a discussão sobre o casamento de pessoas do mesmo género, e vimos a intolerância mascarada onde vivemos. A maioria da população dizia que não tinha nada contra os gays, que eles se podiam juntar e até inventar uma palavra para um contrato civil de união entre pessoas do mesmo sexo, mas não se devia chamar casamento.Diziam eles que era para a protecção da família e da procriação da espécie humana. Este é um pensamento perigoso, porque com a mesma lógica podemos estar amanhã a defender a proibição dos divórcios ou a proibição das uniões de facto, ou a obrigar duas pessoas que tiveram filhos a casarem-se. A posição das pessoas heterosexuais devia ser aquela que eu tive. Eu como heterosexual não tenho que me pronunciar sobre uma lei que não me afecta. Eu não sou perdido nem achado nesta discussão, se os gays se querem casar que se casem.
Não fui buscar este exemplo para debater o casamento gay, apenas o fui buscar como exemplo de como é o mundo. Apesar de uma cortina de tolerância, vivemos num mundo de intolerantes.
Todos querem impor as suas crenças e os seus valores morais como norma na sociedade e isto pode ser visto no nosso dia a dia. Quantas vezes já ouvimos comentários negativos do género: “aquela rapariga é uma pu.. , dorme com este e com aquele”, e por ela fazer isto já estamos a dizer que ela é uma má pessoa e já estamos a caracterizar todo um ser humano por uma característica que não concordamos. Uma pessoa que tenha um comportamento sexual dito não normal, está logo a ser conotado como um depravado, alguém que não presta e essa pessoa até pode ser uma excelente pessoa, mas tomamos a parte pelo todo.
Passa-se o mesmo com pessoas que se vestem de forma mais provocante como uma míni-saia ou um grande decote, automaticamente as pessoas rotulam a pessoa da mesma forma. A minha pergunta é a seguinte: O que é que isso afecta nas vossas vidas? Que é que vos afecta se a vossa vizinha anda vestida de forma provocante? O que é que afecta as vossas vidas se o vosso amigo é bissexual? Que afecta as vossas vidas se o casal que vive no fundo da rua gosta de swing? A resposta é nada. Devemos-nos respeitar uns aos outros. Eu por exemplo não gosto de sado-masoquismo, se alguém gosta é com ele, não tenho nada haver com isso. E se for meu amigo não é por isso que vai deixar de o ser. Não temos o direito de impingir os nossos gostos, valores morais e crenças á força a outras pessoas.
Se acha que as pessoas que fazem este tipo de coisas vão parar ao inferno, não se preocupe, preocupe-se em se salvar-se a si.
Eu respeito quem é católico ferrenho e acha que por eu não acreditar na Bíblia vou arder no inferno, se é o que acredita eu respeito, mas peço para ser respeitado.
Fui buscar este exemplo das diferenças sexuais, porque é mais fácil para me fazer compreender, é onde a intolerância é mais visível, é das primeiras coisas que nos lembramos quando falamos de valores morais. Mas isto também é visível em coisas mais pequenas, alguém que seja mais excêntrico e se comporte ou vista de forma diferente das restantes pessoas é igualmente olhado de lado.
Muitas pessoas defendem-se dizendo: mas a Bíblia diz isto ou aquilo, as pessoas agarram-se à Bíblia de uma forma que nem tenho palavras para descrever. Para essas pessoas a Bíblia é mais que lei. Eu respeito quem acredita na Bíblia e quem faz da Bíblia a sua lei, mas eu não acredito na bíblia e não posso ser obrigado a fazer dela a minha lei, e quero ser respeitado por isso. Atenção não estou a defender que não devemos tentar mostrar que estamos certos. Se acreditamos em algo não sou contra quem tenta converter alguém . Eu próprio vou mostrar os meus pontos de vista, vou dizer acho que isto é o certo e isto é o errado, mas não vou impingir as minhas ideias. Quem me conhece sabe que eu falo destes assuntos com paixão. Por vezes exalto-me, por vezes parece que eu estou a discutir ferozmente, mas não significa que depois não vá beber um copo com essa pessoa e até acha-la uma pessoa espetacular, apesar de acreditar em algo que eu não acredito e até contesto. As nossas crenças e quem nós somos, são coisas distintas.
Outro aspecto da intolerância é achar crenças ridículas. Há quem acredite, que fomos criados por extra-terrestres, acredito que muitos a ler estas palavras já se estão a rir. Aqui também peço tolerância, é tão ridículo acreditar que viemos de extra-terrestres, como acreditar num Deus que nos criou em em sete dias, que abriu o mar vermelho, que enviou o seu filho à terra para morrer e este enquanto aqui andou, caminhou sobre as águas e ressuscitou mortos. Assim como os cristãos têm a bíblia, quem acredita que viemos de extra-terrestres também tem um livro e algumas provas difíceis de explicar.
Esta sociedade é óptima para quem controla este mundo e nos quer como um rebanho fácil de controlar, onde o próprio rebanho controla o rebanho, onde nos controlamos uns aos outros, para nos tornarmos todos iguais.
Atenção, existem culturas mais under-ground, como góticos, a cultura da street e muitas muitas mais, que se vêem como alternativos e que até agora devem estar a adorar o que eu escrevo; Atenção, aqui também existem rebanhos. Continuam a ser pessoas que se vestem da mesma forma, que partilham os mesmos ideais e que não admitem diferenças. Aqui a intolerância ainda é mais grave, pois a intolerância vira ódio, principalmente sobre as pessoas ditas normais. Devemos aceitar todos como são, assim como pedem para serem reconhecidos como pessoas e indivíduos. Devem dar a tolerância a quem quer ser dito “normal”. Se não gostam que as pessoas vos olhem de lado por serem diferentes também não devem olhar de lado para as restantes pessoas.
Temos que nos respeitar e ser tolerantes e acima de tudo temos que ser livres. Sim, somos livres, não somos obrigados a seguir ninguém, temos que ser quem nós somos. Milhões de pessoas no mundo não são livres, e não é por estarem numa prisão, nem por lhes terem encostado uma arma à cabeça. Não são livres porque têm medo de ser diferentes, ou porque lhes disseram o que era verdade e que esta não era para ser questionada. Libertem-se e respeitem quem é diferente. Para sermos livres na minha humilde opinião devemos: Primeiro por tudo em causa; segundo conhecermos-nos a nós próprios. Porque milhões de pessoas ao redor do mundo não se conhecem a elas próprias, fabricaram a sua personalidade e vivem segundo esta. Existe cada vez mais depressões no mundo, pois as pessoas não são elas próprias mas quem elas acham que são. Muitas das depressões vêm dos conflitos internos entre nós próprios e aquela pessoa que nós criamos e com quem nos identificamos, mas que não somos nós.
Apesar desta mensagem de liberdade não sou um anarquista. Vivemos em sociedade, e a minha liberdade começa onde a liberdade do outro acaba e vice versa. Por isso não sou tolerante com quem prejudica deliberadamente alguém, não sou tolerante com quem mata, com quem rouba, quem viola, ou um pedófilo que se aproveita de uma criança. Atenção, tu podes ter a liberdade para grafitares um tag, mas eu também tenho a liberdade de ter a minha casa pintada da forma que eu quero. Eu tenho a liberdade de fazer uma festa e fazer o barulho que eu quero, mas o meu vizinho tem a liberdade para descansar.
Mas em relação a tudo o resto que não afecte a minha liberdade ou a tua liberdade temos que ser tolerantes.
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